Unidade e diversidade na vida da Igreja: Confira com Jose Eduardo Oliveira e Silva como a comunhão floresce na caridade
Conforma explica o Pe. Jose Eduardo Oliveira e Silva, a verdadeira unidade não é uniformidade forçada, mas adesão comum à fé recebida dos Apóstolos, enquanto a diversidade expressa a riqueza de dons que o Espírito distribui para edificação do povo de Deus. Se você deseja compreender por que a comunhão eclesial não elimina diferenças, mas as integra num corpo vivo sustentado pela graça, siga a leitura e veja como a fidelidade, missão e maturidade espiritual se entrelaçam.
A unidade fundada na fé que a Igreja recebeu
A comunhão eclesial nasce da mesma profissão de fé. Segundo o teólogo Jose Eduardo Oliveira e Silva, a unidade tem raiz no depósito revelado, que todos os fiéis acolhem com gratidão. Essa mesma fé sustenta a liturgia, orienta a moral cristã e ilumina a missão. A adesão comum ao Evangelho impede que a Igreja se fragmente em projetos pessoais. A unidade, portanto, não depende de afinidades humanas, mas da verdade que une corações.
Diversidade como expressão da ação do Espírito
A diversidade de dons é uma expressão rica da criatividade divina. Cada fiel é agraciado com carismas, habilidades e sensibilidades espirituais únicas, que não competem entre si, mas se entrelaçam de maneira harmoniosa. Essa pluralidade não apenas enriquece a experiência espiritual, mas também revela a vastidão da ação do Espírito, que edifica a Igreja através de múltiplos e variados caminhos. Em contextos onde a diversidade é recebida com sabedoria e respeito, a comunhão se fortalece, permitindo que o bem floresça em abundância.
A missão compartilhada que integra todos os membros
A missão da Igreja é um chamado à colaboração mútua entre todos os seus membros. Consoante o sacerdote Jose Eduardo Oliveira e Silva, a essência do cristianismo reside na missão; não existe cristão que não tenha uma missão a cumprir, assim como não há missão que possa ser realizada fora do corpo eclesial. Os ministérios ordenados, a vida consagrada e as vocações laicais se unem em um único propósito: anunciar a presença viva de Cristo no mundo.
A variedade de funções e responsabilidades dentro da Igreja não compromete a unidade; ao contrário, evidencia que a Igreja é um organismo espiritual dinâmico, e não uma máquina homogênea. Cada vocação, com suas particularidades e dons, enriquece a obra comum, contribuindo de maneira única e significativa, conforme o dom que cada um recebeu do Espírito Santo.

Entre diferentes vocações e caminhos, a vida da Igreja floresce quando unidade e caridade caminham juntas, como destaca Jose Eduardo De Oliveira e Silva.
A caridade que sustenta a unidade e cura tensões
Conforme o Pe. Jose Eduardo Oliveira e Silva, a caridade preserva a comunhão. Diferenças legítimas podem gerar tensões, mas a caridade as purifica e ordena. Ela evita rivalidades, suaviza julgamentos precipitados e impede que preferências pessoais se sobreponham ao bem do corpo inteiro. A unidade só permanece quando sustentada pela caridade, que devolve suavidade e paciência às relações eclesiais.
O discernimento que protege a diversidade da divisão
A diversidade precisa ser discernida. Nem toda diferença constrói; algumas podem desviar da verdade. A unidade exige fidelidade ao Magistério e docilidade ao Espírito Santo. O discernimento permite acolher o que é bom e corrigir o que ameaça a comunhão. Assim, a diversidade permanece integrada à verdade e não se transforma em ruptura. A unidade madura nasce desse equilíbrio.
Comunhão que reflete o mistério do Corpo de Cristo
Unidade e diversidade na vida da Igreja mostram que a comunhão cristã é obra de Deus, sustentada pela fé, pela caridade e pelo discernimento. Fé comum, carismas variados, missão compartilhada, caridade que integra e discernimento que protege. Como resume o filósofo Jose Eduardo Oliveira e Silva, onde unidade e diversidade caminham juntas, a Igreja resplandece o rosto de Cristo e manifesta ao mundo a beleza de uma comunhão que não se quebra.
Autor: Juscott Reyrex










